Papo de Boteco
Por que o céu é azul?A atmosfera espalha a luz solar de maneira desigual, e isso muda as cores que chegam aos nossos olhos.
Papo de Boteco
Por que o céu é azul?A atmosfera espalha a luz solar de maneira desigual, e isso muda as cores que chegam aos nossos olhos.
Petisco Cultural
Yu Yu Hakusho: por que a nostalgia da TV Manchete ainda nos acerta em cheioCom dublagem histórica e personagens inesquecíveis, o anime marcou os anos 1990 e definiu a memória afetiva de toda uma geração.
Petisco Cultural
O Auto da Compadecida: da peça de Ariano Suassuna às telasEscrita em 1955, a obra-prima do teatro nordestino une literatura de cordel, tradição católica e humor popular que conquistou gerações.
Mix de Variedades
Senha longa ou senha complicada? O que dizem as diretrizes do NISTExigir símbolos e números aleatórios pode ser menos eficaz do que usar frases longas e fáceis de lembrar.
Petisco Cultural
Clube da Esquina: o disco de 1972 que reuniu Milton Nascimento e Lô BorgesA história do álbum duplo que uniu MPB, rock e sonoridades mineiras no cruzamento de duas ruas em Belo Horizonte.
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Petisco Cultural
O Abaporu, de Tarsila do Amaral, e o movimento antropofágicoPintada em 1928 como um presente de aniversário, a obra deu origem a um dos manifestos mais influentes do modernismo brasileiro.
Papo de Boteco
Se os rios têm água doce, por que o mar é salgado?A chuva, as rochas e a evaporação explicam por que os rios carregam sal sem parecerem salgados e como o oceano acumulou minerais ao longo de bilhões de anos.
Papo de Boteco
A palavra 'saudade' é mesmo intraduzível?Embora famosa como exclusividade da língua portuguesa, a ideia de que a palavra é única no mundo é mais um mito cultural do que um fato linguístico.
Papo de Boteco
Por que cortar cebola faz a gente chorar?Não é tristeza nem frescura: quando cortamos uma cebola, uma reação química libera uma substância volátil que irrita os olhos e provoca lágrimas.
Petisco Cultural
Vidas Secas, de Graciliano Ramos: uma família diante da secaPublicado em 1938, o romance acompanha uma família de retirantes no sertão nordestino. Conheça a estrutura do livro, os personagens e a adaptação para o cinema.
A Saideira
A conversa que sobra depois da contaUma crônica sobre aquele momento em que a mesa já está paga, o garçom já passou e ninguém quer levantar.